Existem coisas que não precisamos saber De onde vem ou como nasceram Devemos apenas saber que existem e vivenciá-las Como o amor que sentimos por alguém Que uma hora é quase tudo... E depois mais que tudo.... Que em um momento .... Apenas um nome... Depois, aquele que chamaremos
Pelo resto de nossas vidas... Mesmo que distante, ausente ou nunca mais.. Primeiro um sentimento conflitado e difuso Claramente confuso Uma luz tênue que não esclarece tudo Mas descortina parte de tudo..... Primeiro não sabemos o seu tamanho exato Depois descobrimos que não tem tamanho.. Passa a ser o todo!! Descobrimos que não faz parte da nossas vidas Pois ela é a própria razão dessa mesma vida.... Essa é a hora de dizer.. TE AMO Jan!! Não importa como bata do outro lado... Nesse momento.... Estou irremediavelmente encontrado.... OU PERDIDO!! Irremediavelmente PERDIDO!!
Adoro todos os beijos que deixei no firmamento preso em cada estrela ou em mim.... Deixei todos os beijos cantados em poesia contidos em todas as notas musicais e tons para que a cada musica tocada soubesse que existo...... Adoro todos os beijos que ainda não dei mas ainda vou dar em você ou na lua..... Mas ainda não subi ao céu ainda estou preso ao chão esperando que caias como estrela cadente ai te faço um pedido, quero teu beijo mais ardente!
Em algum lugar de nossas almas Existe um grito que nunca foi dado Pois cada grito tem um nome. Tem um cheiro que ainda não foi sentido E desejo contido... Mas o grito quando grita Ate o céu se agita O universo se torna pequeno Para um grito tão grade Que tem o nome, perfume e cor Da mulher amada Que no silencio de um grito Seu nome em poesia.. Foi declamada.
Tem momentos que meus sentimentos se perdem Por estradas em que nunca imaginou andar Por imagens que não queria perceber e olhar Por pesadelos que não queria vivenciar.... Minha vida se torna uma eterna madrugada Sem alento ou luar Sem poesia ou um verso pra declamar... O perpetuo silencio domina tudo O dia não vai mais chegar E nem a noite com lua Para poder com meu amor sonhar... Nada me é permitido Um lamento na forma de choro O socar de uma parede Um grito pedindo sua volta Um bater forte do coração com saudade.. A regra é: Na madruga deve ser respeitado todos os silêncios!! Terra estéril, chama sem lume Jardim onde nascem apenas flores sem cor ou perfume...
Ao amor que te dedico, peço perdão...
Perdão pela falta de toques Perdão pela falta do colo Perdão pela falta de mim em voce.
Perdão pela falta de você em mim
Perdão pela desatenta atenção
Perdão por não percebê-la frágil
Perdão por não ter me percebido tolo
Perdão por minhas necessidades de você
Perdão pelo seu cheiro que nunca senti
Perdão por seus olhos que nunca vi
Perdão pela falta de ar a cada chegar seu na minha tela
Perdão pelo brilhar dos meus olhos
Que nunca fizeram luz no seu caminhar.....
Perdão pela taquicardia a cada expectativa de sua vinda
Perdão por cada abraço desejado que ficou guardado
Perdão pelo beijo ressecado na boca
Perdão pelo prazer solitário
perdão pelo frisson e aflição de ambos os lados
Perdão pelo passeio na chuva que nunca molharam nossos corpos Perdão por eu não ter passado de um simples amor virtual
Perdão por tê-lo sentido tão verdadeiro e real....
Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração sê mais sensato, Busca outro coração!
Corre o ribeiro suave Pela terra brandamente, Se o plano condescendente Dele se deixa regar; Mas, se encontra algum tropeço Que o leve curso lhe prive, Busca logo outro declive, Vai correr noutro lugar.
Segue o exemplo das águas, Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração, sê mais sensato, Busca outro coração!
Nasce a planta, a planta cresce, Vai contente vegetando, Só por onde vai achando Terra própria a seu viver; Mas, se acaso a terra estéril As raízes lhe é veneno. Ela vai noutro terreno As raízes esconder.
Segue o exemplo da planta, Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração, sê mais sensato, Busca outro coração!
Saiba a ingrata que punir Também sei tamanho agravo: Se me trata como escravo, Mostrarei que sou senhor; Como as águas, como a planta, Fugirei dessa homicida; Quero dar a um’alma fida Minha vida e meu amor.