Ao amor que te dedico, peço perdão...
Perdão pela falta de toques Perdão pela falta do colo Perdão pela falta de mim em voce.
Perdão pela falta de você em mim
Perdão pela desatenta atenção
Perdão por não percebê-la frágil
Perdão por não ter me percebido tolo
Perdão por minhas necessidades de você
Perdão pelo seu cheiro que nunca senti
Perdão por seus olhos que nunca vi
Perdão pela falta de ar a cada chegar seu na minha tela
Perdão pelo brilhar dos meus olhos
Que nunca fizeram luz no seu caminhar.....
Perdão pela taquicardia a cada expectativa de sua vinda
Perdão por cada abraço desejado que ficou guardado
Perdão pelo beijo ressecado na boca
Perdão pelo prazer solitário
perdão pelo frisson e aflição de ambos os lados
Perdão pelo passeio na chuva que nunca molharam nossos corpos Perdão por eu não ter passado de um simples amor virtual
Perdão por tê-lo sentido tão verdadeiro e real....
Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração sê mais sensato, Busca outro coração!
Corre o ribeiro suave Pela terra brandamente, Se o plano condescendente Dele se deixa regar; Mas, se encontra algum tropeço Que o leve curso lhe prive, Busca logo outro declive, Vai correr noutro lugar.
Segue o exemplo das águas, Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração, sê mais sensato, Busca outro coração!
Nasce a planta, a planta cresce, Vai contente vegetando, Só por onde vai achando Terra própria a seu viver; Mas, se acaso a terra estéril As raízes lhe é veneno. Ela vai noutro terreno As raízes esconder.
Segue o exemplo da planta, Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração, sê mais sensato, Busca outro coração!
Saiba a ingrata que punir Também sei tamanho agravo: Se me trata como escravo, Mostrarei que sou senhor; Como as águas, como a planta, Fugirei dessa homicida; Quero dar a um’alma fida Minha vida e meu amor.
Um grito saído do fundo da alma... Não conseguia decifrar Se era um grito apenas Ou era o simples apelo De um corpo querendo amor e amar??
Não sei....como saber o que dizem os grito Se tudo chega embolado em conflitos Parecendo uma dança de louco Sem cadencia ou ritmo Só movimentos em ebulição e agitos
Como reconhecer isso Como se reportar a esse clamor Que ao mesmo tempo um grito doce E um outro de pânico e pavor???
Pavor sim!! Se clama por alguém esse grito??? Pergunta sem resposta ou medida... Vai chegar logo em um sonho Ou apenas outra despedida?
Que droga!!!! Sentimentos confusos e agonia Querê-la novamente ou outra, por que Se o tempo sempre mata a magia?
Se você.. Uma vinda sem partida Se outra... Promessa de não despedida..
Creio ser a solidão A minha melhor medida Não amo e não sou amado Mas também não causo estragos.... Me firo ou provoco ferida...
Não sei mais de nada Não sei se houve troca Se me deu o que lhe dei Pois o que era amor declarado Se sentiu fora da lei..... Coração em fuga De alguma coisa ou alguém Agora somente escondido De tudo, todos e ninguém.... Sina, sana loucura... Medo ou apenas desdita De uma alma maldita Maldita sim!! Maldita, chamuscada, sem forma ou cor Pois é uma alma que queima No fogo eterno Do seu DOCE amargo amor....
O ar que respiro tem teu cheiro. Os sons e sussurros do vento, a tua voz Em cada gesto seu, existia uma cor Em meu coração um arco Iris de esperanças... Hoje odeio o amor e amar O amor é a perdição travestida de afeto Inicio feliz, futuro incerto.... Chega com cara de anjo e depois cara de fera Fruta madura esquecida no pé para apodrecer Em plena primavera....
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Um dia te expressei amor Nas palavras com cheiro de flor Depois com gestos E até com protestos A seguir com imagens coloridas A pintar nossas vidas Hoje apenas me calo Esta sobrando silencio....
Vem e rouba minhas fantasias... Cruel...muito cruel!! Como quem chega a uma criança dizendo que não existe Papai Noel.... Desditosa mensageira que faz desgosto a minha prosa e de mim, se fez companheira.... Me perdi em sentimentos que nunca deveria ter ou saber quase sonhos sem alentos ou julgamento apenas padecimento com rima onde se sofre perfeito quase uma obra prima...